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Professor, dançarino, coreógrafo e produtor. Especializado em Salsa e ritmos do Caribe.
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Rede Social “gente que dança”

Uma grande dica para amantes de todos os estilos de dança:
O Congresso Mundial de Salsa do Brasil e portal de relacionamentos Gente que Dança anunciam uma grande parceria que vai gerar muitos frutos e benefícios a todos!
O Gente que Dança é uma rede social voltada a todos os amantes da dança, com o proposito de reunir em um mesmo lugar todos os ritmos, todas as pessoas, todas as empresas ligadas a dança em suas muitas formas e estilos.
Participar de uma rede social com foco específico, no nosso caso a dança, permite que você compartilhe suas idéias, seus objetivos, se comunique e se relacione com pessoas que tenham os mesmos interesses que você.
Encontrar pessoas, divulgar produtos e serviços, trocar idéias, fazer amizades, são apenas algumas das utilidades. Se você é uma pessoa que dança por puro prazer, faz aulas de dança, é um profissional da dança ou tem uma empresa de qualquer tipo ligada a dança, .  E o melhor:  TOTALMENTE GRATUITO!

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Aulas em Grupo ou Particulares?

Frequentemente me perguntam qual o melhor método de aprendizado, se particiar de um grupo ou turma formada, ou fazer aulas particuares.
Na verdade, cada escolha tem suas vantagens e desvantagens. Vai depender muito dos objetivos de quem está procurando as aulas.

- Aulas em Grupo: 
Tem a vantagem da "socialização" e partcipação em um grupo social com os mesmos interesses e obejtivos que você. É ótimo para fazer novas amizades, conseguir companhia para frequentas as baladas de salsa, paquerar (porque não?) e também para trocar idéias e informações sobre gostos, músicas e outros assuntos . Mas o ritmo de aprendizado é mais lento. A atenção do professor tem que ser dividida entre os alunos  (e quanto maior a turma, mais dividida ela será), e se você for alguém com mais facilidade de aprendizado do que a maioria, vai acabar sendo obrigado a acompanhar o ritmo dos demais, que para você pode ser um pouco lento (o mesmo problema acontece se você tiver muita dificuldade: vai ter que ficar sempre "correndo atrás" do ritmo da aula, que frequentemente será mais rápido do que o seu.
Outra desvantagem, em relação às aulas particulares é a rigidez do horário. Se você não puder fazer alguma aula no horário normal da turma, só na próxima semana.

- Aulas Particulares:
A principal vantagem é ritmo de aprendizado. Com  a atenção e dedicação exclusivas do professor, o rendimento do aluno é expressivamente melhor, com um aprendizado mais consistente e uma evolução mais rápida (inclusive com o aluno ou aluna podendo optar por fazer mais de uma aula por semana). Temos também a vantagem da flexibilidade de horários, o que permite aos alunos, desde que combinado com antecedência com o professor, reorganizar horários e datas, possibilitanto um maior aproveitamento. Muito indicado a quem tem problemas de horários e agenda.  A desvantagem maior geralmente é o preço. Óbviamente paga-se mais caro pelas aulas particulares do que pelas aulas em grupo.

- Terceira Opção:
Exsite ainda uma terceira opção que mescla dos dois formatos: um pequeno grupo que se reúne e contrata o professor com exclusividade. Isso possibilita ao mesmo tempo as vantagens de um aprendizado mais rápido e eficiente (uma vez que geralmente são grupos menores do que os de uma academia), aliado à flexibilidade de horários que o grupo pode ter, e os benefícios da "socialização" , ou seja, a possibilidade de se criar um grupo para compartilhar o aprendizado e a prática de dança. Isso com um custo quase igual ao que se pagaria em uma turma regular de academia.

Como, vimos, as opções de aprendizado são várias. É só uma questão de escolher a que mais agrada e que melhor atende aos objetivos de cada um.

Fiquem à vontade para opinar e comentar suas experiências!

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Onde Dançar

Minhas dicas dos melhores lugares para se dançar salsa em SP:

Azucar
Bar e restaurante com ambiente elegante, de muito bom gosto, boa música, bom cardápio de bebidas e comidas e o melhor "Mojito" da cidadade.
Música mecânica e alguns dos melhores DJs de salsa de SP.
Endereço: Rua Dr. Mário Ferraz, 423 - Itaim Bibi - Tel (11) 3078-3130
(De segunda a sábado - famosas as noites animadas de segunda)

Bar Conexión Caribe
Ambiente simples, porém "Muy caliente", frequentado por muitos latinos residentes ou de passagem por SP.
O cubano Esteban Martinez, DJ e também proprietário, comanda as noites sempre animadas da casa, regadas a muita salsa e merengue.
Na Cozinha, a mão especial de Dna. Astéria (Mima), a simpaticíssima "senhorinha" cubana, mãe do proprietário Esteban, comanda os paratos e petiscos típicos de Cuba e outras regiões do caribe. Também um dos melhores "mojitos" da cidade.
Endereço:Rua Belmiro Braga, 200 - Vila Madalena - Tel (11) 3813-5229
(De quarta a sábado -recomendo quinta, o melhor dia para se dançar)

Bourbon Street Music Club
Ambiente espaçoso, há varios anos fazendo sucesso, sempre aos domingos, com casa cheia e muita gente bonita. Música ao vivo, com a banda Havana Brasil, que se reveza com Pedro La Colina y Sexteto Cañaveral e Fernando Ferrer.
Endereço: Rua dos Chanés, 127 - Moema - Tel (11) 5561-1643
(Aos domingos)

Buena Vista Club
Casa elegante, no coração da Vila Olímpia. Bom espaço para se dançar (quando não está lotada).
Bom cardápio variado de comidas e bebidas. Música ao vivo com a excelente Banda Azukar.
Endereço:Rua Atílio Innocenti, 780 - Vila Olímpia - Tel (11) 3045-5245 / 3045-6219
(Todas as sextas)

Pacha Ynti
Casa simples, porém espaçosa e agradável. Sempre música ao vivo com bandas variadas
Endereço: Rua 13 de Maio, 192 - Bela Vista (estacionamento na R. 13 de Maio, 205) - Tel (11) 3257-9556 / 9569 -7753

Rey Castro Cuban Bar
Sempre animada e com muita gente bonita, as noites de quarta, invariavelmente lotadas, são especiais pela presença da banda  "Pedro La Colina y Sexteto Cañaveral". Ótimo cardápio variado e música ao vivo todos os dias. A pista às vezes aperta um pouco mas o pessoal se vira onde consegue, para dançar.
Endereço: Rua Ministro Jesuíno Cardoso, 181 - Vila Olímpia - Tel (11) 3044-3294 / 3044-0716
(De quarta a sábado - a melhor noite, sem dúvida, às quartas)

Xcaret - Bar e Restaurante
Casa ampla porém lotada, com muito pop latino, mas um pouco de salsa tb. Aos sábados, com a banda Azukar.
Endereço: Rua Fidalga, 145 - Vl. Madalena - São Paulo - Tel (11) 3031-7986
(Sexta e sábado)

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Sempre Um Passo a Mais

Repetir uma fórmula comprovadamente eficaz é sempre mais fácil do que criar, arriscar e inovar. Andar por um terreno conhecido, pisando em solo familiar, com certe­za é bem mais tranqüilo e seguro do que envere­dar por caminhos novos, ou procurar novas possibilidades. Mas o que pode ser risco, inse­gurança e dificuldade, pode ser também um novo estímulo, descoberta, nova conquista.

Todos os anos, nós, da organização do Con­gresso Mundial de Salsa do Brasil, nos depara­mos com uma decisão importante a tomar: re­petir a fórmula do evento anterior, que se tor­nou familiar e se mostrou eficiente? Ou arriscar, inovar e acrescentar, criando surpresas e novi­dades?

Ano após ano, temos optado pela segunda alternativa. Pela necessidade do próprio evento em se renovar, por nossa preocupação de me­lhorar a cada edição e por vontade permanente de ir mais além, sempre. Da mudança radical de “Encontro Nacional” para “Congresso Mundi­al”, do crescimento de atrações e de público, passando pela criação da programação “Conexión Latina” (hoje transformada em mais três grandes congressos), Brasil Salsa Open, e tantas outras inovações, já se vão nove anos de uma história que continua acontecendo, e cres­cendo.

Neste ano de 2009, além da criação de um segundo campeonato de salsa, dedicado ao esti­lo “social” da dança, dos campeonatos de sam­ba, profissional e amador, e da inclusão das au­las dedicadas à dança esportiva, a grande novi­dade é a criação da Semana da Cultura Latina, estendendo a programação que gira em torno dos quatro congressos de dança (salsa, samba, zouk e tango) para uma semana de atividades com muita dança, música, e cultura.

Unindo quatro congressos internacionais de dança a outras manifestações artísticas e cultu­rais, através de parcerias com entidades, associ­ações, estabelecimentos e casas noturnas, a pro­posta da Semana da Cultura Latina é ser, além de um complemento à programação de ativida­des desses congressos, uma alternativa impor­tante de divulgação, estímulo e desenvolvimen­to da arte e cultura dos países latino-america­nos, assim como sua integração com a cultura brasileira.

Esperamos, com mais este avanço, criar uma motivação a mais para que as pessoas partici­pem, conheçam, se interessem e queiram fazer parte deste universo que cresce cada vez mais: dos praticantes e amantes da dança, em especial as latinas, e dos interessados em arte em cultura de uma maneira geral.

O caminho traçado desde o surgimento do 1º Encontro Nacional de Salsa, em 2001, conti­nua vivo e alcançando novos horizontes. O passo deste ano é bem grande. Esperamos que a energia, força e entusiasmo que têm nos acom­panhado todos esses anos, assim como a ajuda inestimável de grandes e importantes parceiros, continuem nos levando ainda mais longe, ainda mais adiante.

Em 2010, a história dessa jornada, poucos se dão conta, completa dez anos de existência. Com certeza, a meta seguinte (que já estamos preparando) será ainda maior, ainda mais espe­cial.

O limite? Deve existir... Mas esperamos estar bem longe dele, ainda.

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Youtube e Internet - Ferramentas, não substitutos.

A tecnologia da informação e seus constantes avanços nos últimos anos têm, cada vez mais, propiciado às pessoas oportunidadese possibilidades no campo da pesquisa e do conhecimento, antes nunca imaginadas.
Máquinas digitais e celulares de nova geração, com preços acessíveis a qualquer pessoa, aliados aos recursos da internet, tornam possíveis não só o registro em foto, vídeo e áudio, como a propagação indiscriminada de todo e qualquer tipo de informação que se queira, tornando-a acessível a todos.
Isso é muito bom e, sem dúvida, uma das grandes conquistas da nossa sociedade. O problema é que junto com as facilidades, a tecnologia também torna as pessoas preguiçosas e burras. Alguém, por exemplo, que precise de uma calculadora para uma operação simples de soma ou subtração, está se permitindo atrofiar o cérebro.

No caso específico da internet e do YouTube, o tema deste artigo, encará-los como valiosas ferramentas de pesquisa, estudo e referência é algo positivo. Devemos mesmo aproveitá-las, assim como a outros recursos de mídia que nos facilitem de alguma forma, seja o aprendizado, a compreensão ou mesmo a memorização de informações. Mas achar que podem substituir o papel do professor, do mestre, do companheiro de aula ou do parceiro de baile, é de uma ingenuidade assustadora e que revela o quão pode se tornar limitado o ser humano que se deixa deslumbrar pelos recursos tecnológicos e se esquece que tecnologia nenhuma no mundo chegou perto da riqueza, complexidade, beleza e intensidade do contato humano.

O próprio Congresso Mundial de Salsa do Brasil, conhecido mundialmente como Brazil Salsa Congress, é tido por muitos, especialmente estrangeiros, como o maior e mais empolgante evento de salsa e ritmos latinos do mundo exatamente por causa disso: pela incomparável e indescritível energia presente durante todo o evento nos salões de baile, salas de aula e palcos de shows, e a insubstituível vibração das pessoas: professores, dançarinos, alunos e dos amigos novos que se formam, ou antigos que se reencontram.

Olhar nos olhos nunca vai ser o mesmo que olhar na tela do computador. Conversar ao vivo, sentir o toque, do aperto de mão ou do abraço de baile, nunca vai ser o mesmo que estar sentado diante de uma imagem de monitor. “Participar” nunca vai ser o mesmo que “assistir”. Não entender isso revela mediocridade. E, mais grave ainda, propagar o contrário é despreparo e ignorância.

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Um Caso de Paixão

Não fosse uma frase já tão desgastada, e de apelo fácil, esta crônica poderia também se chamar “O segredo do sucesso”. O que, aliás, não é segredo algum: quando se trabalha com alegria e entusiasmo, focando exatamente naquilo que faz o nosso coração vibrar, o trabalho, transformado em prazer, invariavelmente alcança resultados surpreendentes.

Se o Congresso Mundial de Salsa do Brasil pode ser considerado um evento de sucesso, e chegou à condição de maior evento de salsa do Brasil, maior do gênero na América do Sul, e um dos maiores do mundo, sem dúvida alguma esse fato se deve principalmente a esse sentimento com que ele foi concebido, planejado e, desde a sua primeira edição, realizado. É claro que diversos fatores, reunidos, são responsáveis por uma trajetória vitoriosa como essa, desde o 1º Encontro Nacional de Salsa, em 2001, até a 6ª edição do Congresso Mundial de Salsa do Brasil, agora em 2008. Iniciativa, coragem, dedicação, ética, força de vontade, entusiasmo, criatividade, seriedade, superação, estão entre eles. Mas sem dúvida o maior, mais importante e o mais impressionante fator, é exatamente esse: a paixão.

E não se trata aqui, unicamente, da paixão exclusiva dos seus criadores e realizadores. Mas do sentimento grande que evolve todas as pessoas que sempre fizeram parte deste projeto e desta trajetória, e estiveram, de alguma forma, envolvidos, seja na organização ou divulgação, como membros ou colaboradores da produção, profissionais convidados ou público participante do evento.

Mais do que a alegria do aprendizado, prazer dos momentos de descontração e lazer, satisfação de um trabalho bem feito, o que sempre se destacou nas salas de aula, salões de baile, palcos de show, pistas de dança, camarins, bastidores, corredores, nas mesas, balcões de bar, foi sempre esse sentimento indescritível, imensurável, que só quem experimentou sabe: a paixão em comum, por um evento realizado à várias mãos, e por uma dança, por um ritmo e por uma cultura que há muito extrapolou os limites dos lugares onde foi criada e cada vez mais agrega, conquista, contagia e une pessoas das mais diversas origens e das mais diversas regiões do planeta . Isso se vê no entusiasmo dos alunos, prazer dos professores, energia dos dançarinos, alegria do público e brilho no olhar dos casais na pista de dança. Também se vê na vibração dos DJs, músicos, técnicos de som, iluminadores e de todos aqueles que já tiveram a oportunidade de participar e compartilhar, trabalhando ou não, dessa energia surpreendentee contagiante.

Há muitas histórias, como a do casal de professores do Nordeste que só pode vir graças à mobilização dos seus alunos e amigos, numa “vaquinha”, para viabilizar a viagem. Ou do casal de professores e dançarinos do Sul, que forçou a alta da maternidade e mentiu no aeroporto para poder viajar com o filho de apenas quatro dias. Ou, ainda, a menina de Recife, que trocou a festa de debutantes pela vinda ao Congresso, como presente de 15 anos. 

E justamente onde menos notamos é que ela (a paixão), é mais forte, mais intensa e mais importante: nas pessoas que produzem, organizam e trabalham, quase sem descanso, numa dedicação impressionante. Para que todos desfrutem e tenham mais do que um evento importante e bem organizado, mas único e especial. Muitos não aparecem, não freqüentam aulas, sequer dançam. Porém, há anos têm carregado na alma este Congresso. Produzindo, criando, redigindo, organizando, coordenando, decorando e atendendo, com competência, dedicação e entusiasmo raros, que só o verdadeiro sentimento da paixão pode proporcionar.

Obrigado Gilson Barbosa, Marcelo Conejo, Rodrigo Reis, Regina Marques, Luciana Chiodi, Francis Miszputen, Jairo Miszputen, Julie Mattos, Natália Mattos, Renata Alferes, Roberta Simon, Silvia Rinaldi, Leila Peres, Eisler Mijares, Judith Diago, Carol Marino, Fábio Garcia, Clarice Guimarães, Vagner Malaquias, Andrézinho, Thiaguinho. Obrigado à toda Conexión Caribe Cia. de Dança, aos atuais e ex-integrantes que, mesmo afastados das atividades normais da Cia, sempre estão lá, a cada ano, vestindo a camisa junto com a gente. O Congresso não existira sem vocês. E mesmo que existisse, jamais teria a mesma grandeza não fosse o enorme sentimento e dedicação demonstrados nesses anos todos, onde sonhamos, trabalhamos e lutamos juntospor um ideal.

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Primeiras Danças Afro-Cubanas

(Tradução - Original escrito por Fernando Ortiz e María Argelia Vizcaíno)

Em 1513 entram em Cuba os primeiros escravos africanos para substituir o índio nos duros trabalhos do campo, uma vez que o índio ficou quase exterminado no o século XVII. Junto aos distintos grupos étnicos trazidos da África, vieram suas expressões culturais, artísticas e religiosas.

Muitos pensam que a música herdada dos escravos não pertence ao folclore cubano e, na realidade, esta música é de origem africana, porém se desenvolveu e evoluiu totalmente no povo cubano. Suas danças e cantos simples eram comuns em cerimônias fúnebres, de iniciação e em homenagem a algum deus. Os grupos de procedência banto possuem danças coletivistas, entre elas a dança Maní, já em desuso, exclusiva para homens, embora algumas mulheres "fortes" também a dançassem. Assemelhava-se a um esporte de pugilismo à base de golpes e se apostava dinheiro como nas brigas de galo

La Makuta era uma dança antiga e secreta, também na Regla Conga. Dançava-se dentro de um quarto sagrado. O dançarino vestia uma roupa feita com a pele da frente do veado, adornava a cintura, os ombros e as pernas com sinos e chocalhos, e pendurava uma gangarria no peito.

A Dança do "Palo" ou Garabato se caracterizava por um movimento brusco dos braços com o peito para frente e às vezes circular. Não se usava tambor, mas sim um pau de guayabo dando um paulada seca entre os dançarinos e assim se acentuava o ritmo da dança. Este choque serve para irradiar força da terra e poderes benéficos.

Por último, havia o Baile de La Yuka, uma dança da fertilidade e erótica em que se movimentava a pélvis como que consumando o ato sexual. Era acompanhada por tambores chamados da mesma forma. Alguns informantes de Lydia Cabrera diziam Yuka ou Makuta indistintamente, e se nota que o tempo influenciou e transformou alguns desses cantos e coreografias em diversas regiões, assim como tem ocorrido com todos os cultos de transmissão oral, que não são precisos em todas as partes que se conhecem. Nas danças dos Iorubás (Santero) cada santo tem uma dança diferente que com seus movimentos tenta demonstrar seu caráter. Assim Oxóssi, por ser o deus da caça, sua dança é rica em gestos de caça, e as de Iemanjá, a deusa do mar, possui movimentos vivos e ondulados como as ondas do mar, algumas vezes calmas e outras tempestuosas. Por outro lado, Xangô, deus do raio, do fogo e da virilidade, quando está dançando, coloca a língua para fora como querendo dizer que a tem de fogo, dando pulos bem altos e fazendo contorções bem estranhas, tratando de enfatizar sua prepotência com evocações puras de erotismo e sexualidade.

Quando se está dançando, os crentes que dançam, ou simplesmente os que participam cantando ou observando, vão sendo possuídos por algum morto (se for congo) ou por um santo (se for iorubá), ou seja, recebe em seu corpo o espírito de alguma entidade.

Todas essas danças possuem características similares à base de fileiras ou círculos, apesar de que algumas foram se desenvolvendo com o tempo e adquiriram novas coreografias. Estas danças nunca se tornaram populares pelo seu caráter intrinsecamente religioso. O povo identifica tudo isso como Toques de Santo e sua fidelidade foi privativa dos negros (seus primeiros praticantes). Por outro lado estão os Bembé, dos quais participam brancos curiosos, que iam observar as danças dos negros e mulatos. Algumas dessas danças ainda vigoram em Cuba, das quais se originaram as danças populares.

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Salsa - Estilos de Dança Pelo Mundo

Qual a diferença entre os Estilos Porto Rico, Cubano, Miami, Los Angeles, Israel, Colombiano, Ballroom e New York?

Apesar de, à primeira vista, parecer uma dança única, a salsa sofre variações de estilo nos diferentes lugares do mundo onde se desenvolveu. Hoje em dia, podemos distinguir bem essas variações e as diferenças entre elas, classificando-as de acordo com as regiões, culturas e influências que determinaram as diferentes formas de interpretar, sentir e dançar a mesma música.

A principal diferença se refere à forma de acentuar e executar os passos de acordo com os tempos da música. Fala-se muito em "dançar no UM" ou "dançar no DOIS", o que na verdade quer dizer acentuar uma determinada batida ou outra da música, normalmente começando o passo no primeiro ou no segundo tempo do compasso musical.

Estilo Puerto Rico (Salsa em Linha)
O estilo porto-riquenho, por exemplo, pode ser dançado no tempo "um" ou "dois" da música, mas isso envolve uma grande técnica com os pés ("solo" se você estiver em Los Angeles e "shines" em New York). Há um ênfase maior em técnica com os pés do que no estilo nova-iorquino, entretanto, nos últimos anos isso tem sido discutido por muitos maníacos por Mambo em Manhattan.

Estilo New York
No estilo New York, há uma forte influência do Latin Hustle. É possível que na mania "disco" no final dos anos 70 e início dos anos 80, quando Eddie Torres era um dos únicos instrutores de New York, segurando a tocha do "Mambo Dance" com Tito Puente, a salsa quase se extinguiu para a Hustle Dance. Por causa da grande mania hustle daquela área, muitos dançarinos de hustle incorporaram vários dos seus movimentos no estilo Mambo durante aquele lento período transitório de volta à salsa no final dos anos 80 e início dos 90. Pelo fato de a salsa ser uma dança muito diversificada e não haver regras reais de estilo, uma vez que você aprende qualquer um deles, tenderá a se apegar àquele estilo quando fizer uma transição para a Salsa.

Em New York,  por causa da alta concentração de imigrantes porto-riquenhos, o estilo porto-riquenho assemelha-se ao atual estilo nova-iorquino, "Hustle Latino" ou o que chamamos de "Mambo no Dois".
O enfeitado trabalho de pés (shines) é muito forte em New York por causa dessa influência. É quase uma disputa; se fazem mais "shines" em New York que em Porto Rico.

Estilo L.A (Los Angeles)
A influência primária em Los Angeles é o "West Coast Swing" e a "Ballroom Latina". Muitos dos truques exibicionistas e movimentos "Cabaret" são tirados do "Weast Coast Swing" e da "Ballroom Latina", que são prevalecentes, altamente competitivos e influentes por toda a costa central e oeste dos Estados Unidos. Diferente de Miami, não há muitos imigrantes cubanos em Los Angeles, conseqüentemente o estilo de Salsa é predominantemente um híbrido de Swing, Ballroom e um leve estilo porto-riquenho.

Estilo Cubano

Em Cuba, a salsa (ou o Casino, como é chamada lá) é dançada de forma mais descontraída, irreverente, com muitos giros, tanto dos homens quanto das mulheres, e é caracterizada pela sensualidade tipicamente cubana dos movimentos dos dançarinos. Muitas vezes a música determina o estilo da dança. Se há uma grande quantidade de percussão, as damas podem brilhar com seus incrivelmente bonitos e ritmados movimentos de corpo (os ritmos contemporâneos mais rápidos das bandas mais populares, como "Charanga Habanera" e "Los Van Van" têm estimulado isso) e não raras vezes, os homens também executam solos, misturando inclusive elementos de outras danças cubanas como o Són, a Rumba e o Guaguancó.

Apesar dos muitos giros e voltas, cada vez mais elaboradas, as damas permanecem a maior parte do tempo seguras bem próximas ao seu par, diferente dos estilos New York e Los Angeles, onde é mais comum a forma de dançar em que se estende os braços e dedos (com movimentos de mãos influenciados pelo Flamenco), mostrando um estilo sexy diferente que emprega menos o movimento de quadris e mais os efeitos de mãos e braços, que passam pelos cabelos e pelo corpo. Nesses estilos, os Cavalheiros "mostram" a dama completamente e permitem que ela crie seu estilo com os braços, os quadris e a cabeça. A dança "a dois" no âmago da música cubana é também mais difícil, pela sua variação rítmica, embora possa ser feita com os ouvidos bem treinados.

Os novos sons da música cubana dão ênfase aos tempos "um" e "três" do ritmo, muito mais do que ao tempo "dois". Os ritmos são também muito mais rápidos, conseqüentemente o estilo "solo" é usado mais freqüentemente do que com o parceiro. Com a abertura de Cuba e cada vez mais músicas cubanas e bandas visitando os Estados Unidos e outros países, o estilo de dança em "dois" deve tornar-se mais resistente para a maioria dos dançarinos iniciantes, a menos que as pessoas ainda ouçam ao estilo de música porto-riquenho e também Salsa de Porto Rico, New York e Los Angeles. Será interessante ver como o estilo de dançar em New York e em outras cidades do mundo mudará com mais e mais músicos de estilo cubano entrando no mercado.

Estilo Colombiano

Depois de falar com vários colombianos e assistir a suas demonstrações, é possível chegar à conclusão que a salsa é dançada diferentemente por toda a Colômbia. Em Cali, é mais exibicionista e em outras partes mais campestres do país, a Salsa é dançada de uma forma mais fechada, com as cabeças se tocando em alguns casos. Entretanto, o fundamental é que não há movimentos dos pés para frente e para trás. É simplesmente o que se chama estilo Cumbia que se dança com movimentos alternados dos pés para trás ou para o lado. Não há muitos truques, giros ou rodopios no estilo colombiano ? exceto no caso de um dançarino profissional, que participa de bandas ou competições. Em alguns videoclipes de dançarinos colombianos profissionais é possível vê-los fazendo incríveis saltos e dançando com a dama ao redor do pescoço do cavalheiro, o que não é usual, mas utilizados simplesmente para shows. Na dança social e casual, o estilo colombiano é muito mais calmo e fechado onde os corpos dos dançarinos se tocam quase completamente da cabeça aos pés.

Estilo Ballroom

É o que é chamado oficialmente de Mambo "Ballroom". Aqui não há truques, rodopios rápidos, mergulhos ou saltos. O Mambo "Ballroom" é normalmente dançado nos tempos "dois", "três" e "quatro" da música, onde os dois pés vêm completamente juntos numa quase "parada" nas batidas "quatro" e "oito" da música. Isso é normalmente ensinado em estúdios de dança profissional por instrutores profissionais de "ballroom". O estilo de Mambo "Ballroom" difere do estilo "Razz M Tazz" de dança de New York em "quatro", "cinco" e "seis". Este estilo é mais exibicionista e tem uma grande influência do Hustle. Ele também difere do método "5, 6, 7" de ensinar mambo no "dois", de Eddie Torres, que também tem uma grande influência Hustle e inclui um grande número de rodopios e trabalho de pés bem elaborado (shines).

Estilo Miami

Conforme afirma o instrutor de Miami, Rick Pagan, embora os salseiros de Miami sejam na sua maioria descendentes de cubanos (apesar da grande quantidade de porto-riquenhos e outros latinos), a Salsa de Miami é diferente do tradicional estilo cubano.

Quase nunca seguram na cintura; sempre nas mãos, sem usar os polegares. Além disso, o estilo tradicional cubano não tem muito trabalho com os braços como o estilo de Miami, que requer "braços de espaguete" por parte das damas. Na Salsa de Miami as damas são muito bem exibidas; de fato o nome de um dos passos de "Rueda de Casino" é "exhibela" que significa exibir a dama.

O estilo de Miami é predominantemente dança em casal; a quantidade de dança "solo" é extremamente pequena, talvez limitada pelo nível master de dançarinos que adoram rodopiar antes de pegar a dama (ou "recoje", como é chamado) para uma condução "Cross-Body" ou "Dile Que No" como é chamado em Miami.

Apesar de Miami ser mais famosa pelas "Ruedas de Casino", a quantidade de rodas dançadas em clubes não é grande e, acima de tudo, a quantidade de clubes onde rodas espontâneas são dançadas é mínima. Como Los Angeles tem seu próprio estilo e New York também (apesar da grande quantidade de porto-riquenhos em New York), deve ser dado o devido reconhecimento ao estilo de Miami, e assim como o estilo porto-riquenho e nova-iorquino são diferentes, os estilos de Miami e de Cuba devem ser reconhecidos como diferentes também.

Estilo Israel

Os israelenses têm um estilo de dança único e próprio. A melhor forma de descrevê-lo é como um gingado rápido, para frente e para trás, parecido com o estilo de Los Angeles e depois atrás e atrás, como a Cumbia. A diferença é que a dama é freqüentemente conduzida para um rápido giro à direita e logo após à esquerda sem dar seu real passo para trás, num tipo de movimento pendular rápido para trás e para frente. Em Los Angeles e New York, normalmente, depois de um giro ou uma condução "cross-body" (Dile Que No), a dama dá um passo atrás com a perna direita, terminando a batida número "cinco", havendo bastante tempo para isso.

Entretanto, em Israel, as damas colocam os pés quase juntos logo após o giro e podem algumas vezes até dar um suave passo para frente de algumas polegadas com a perna direita depois do giro. Isso ocorre por causa da maneira como o cavalheiro posiciona a dama em um giro em uma direção e imediatamente em seguida para a outra direção, como ocorre nos giros da Cumbia.

A dama não pisa atrás depois de cada giro. Ela tem de estar imediatamente pronta para o próximo giro, mesmo se o pé direito estiver algumas polegadas à frente.

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O Desafio


Tenho acompanhado bem de perto, nos últimos anos, o crescimento do interesse pela salsa no Brasil. É inegável que desde 2001, acompanhando uma tendência mundial, esse interesse, assim como o número de praticantes e aficionados em geral, vem aumentando consideravelmente a ponto de termos hoje um grande número professores, escolas, grupos de dança, grupos musicais, DJs e alunos de salsa. E mais ainda, termos um dos maiores eventos internacionais de salsa, anualmente em nosso país (Congresso mundial de Salsa do Brasil).

Dentre todas as danças de salão ou da danças de par (termo que prefiro), a salsa é, de longe, a que mais vem atraindo novos adeptos em nossos salões e academias, assim como importante espaço nas casas noturnas. Sem falar no interesse da mídia em geral que tem crescido exponencialmente.
Seria esse então um cenário digno de puro otimismo? Penso que (ainda) não.

Temos, sim, um cenário e um momento bastante favoráveis. Mas daí a crer que e a salsa irá se popularizar facilmente entre os nossos dançarinos e o nosso público, há uma grande distância.

Ao mesmo tempo em que vemos aumentar a programação de salsa e o espaço dedicado a ela em muitos segmentos da chamada indústria do lazer (bares, restaurantes, casas noturnas, escolas de dança), vemos também surgir, não raro, a frustração e o desapontamento. Sobretudo dos que investiram tempo, esforço e principalmente dinheiro na esperança de que essa nova "onda" se concretizasse e se tornasse também um sucesso entre o grande público.

E qual a conseqüência natural dessa frustração? A descrença e o desinteresse. Mutas vezes vemos casas noturnas cancelarem as noites de salsa, por prejuízo, bandas tocando para mesas e cadeiras e DJs tocando para moscas. Cada vez que isso acontece, é uma grande chance desperdiçada, uma oportunidade escorrida entre os dedos, de levar esse ritmo ao mesmo tempo tão fascinante, rico e obscuro, a uma maioria que ainda o desconhece.

Vivemos atualmente no Brasil um momento interessante e delicado: nunca tivemos (nós, os salseros) tanta visibilidade e exposição. Nunca o interesse foi tão amplo e a curiosidade de alguns, junto à predisposição de outros, foi tanta. Em contrapartida, nunca o risco foi tão grande. Porque se não soubermos aproveitar esse momento e esse interesse, vai ser muito difícil despertá-lo novamente.

Vejo dois caminhos possíveis para isso acontecer: pelas mãos da grande mídia, através do interesse dos grandes empresários, gravadoras, emissoras de televisão ou pela vontade e esforço quase "operário" dos aficionados, profissionais ou não, que estão diretamente envolvidos com o movimento salsero no país. Pessoalmente prefiro, de longe, o segundo, sem dezprezar, claro, a força e a importância do primeiro.

Embora mídia tenha um papel fundamental na expansão da salsa pelo mundo, (um grande exemplo é o filme "Dance With Me" - em português "No Ritmos da Dança", cuja produção foi cuidadosa em mostrar a salsa de verdade, com salseros de verdade e do naipe de Luis e Joby Vazquez, Janet Valenzuela, Rogelio Moreno, Albert Torres, além de músicos como Ricardo Lemvro, Albita, DLG, entre outros), a experiência que temos em nosso país, quando a mesma mídia resolve investir pesado, não tem sido das melhores, até agora

Resta então o segundo caminho: muito mais árduo, mais longo e difícil, porém verdadeiro. O caminho feito de grão em grão, de passo em passo, por aqueles que têm nas mãos (ou seria nos pés?) com bem menos poder, porém muito mais qualidade, a capacidade de alterar o rumo das coisas, de fazer acontecer, de escrever história.

Esse é o nosso grande desafio: traçar esse caminho. Entender as dificuldades inerentes a ele, a necessidade de juntar forças, ter sabedoria e maturidade suficientes para colocar, acima de interesses pessoais, o interesse por essa paixão em comum. Para que ela aconteça. Para que a salsa saia dos guetos, dos becos e deixe de ser a desconhecida, a amante clandestina, a "puta de bordel". Para que ela possa ser apresentada à sociedade, ser aceita, respeitada e possamos passear com ela, namorar com ela, encontrar com ela em todas as ruas, em todas as casas.

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Fotos



Ricardo Garcia



  Ricardo Garcia e Alecksandra Franklin



Ricardo Garcia e Alecksandra Franklin - Aula no Congresso Mundial de Salsa do Brasil - 2009






Aula de Salsa na Virada Esportiva 2009 - São Paulo
(Participação: Nanah Pereira)



Giane Albertoni, Ricardo Garcia, Aleksandra Frankin e Miro Moreira
Congresso Mundial de Salsa do Brasil - 2009



Ricardo Garcia e Alecksandra Franklin - Show BH - 2009



 Ricardo Garcia e Alecksandra Franklin - Show BH - 2009

 
 Ricardo Garcia e Alecksandra Franklin - Show BH - 2009




 Vilson Malaquias, Ricardo Garcia e Arthur Araújo - Conexión Caribe Cia de Dança
Aula no Rey Castro - São Paulo - 2009

 
 Vilson Malaquias, Alecksandra Franklin, Arthur Araújo, Patrícia Belli, Ricardo Garcia e Fernanda Giuzio - Conexión Caribe Cia de Dança
Aula no Rey Castro - São Paulo - 2009
 

 
  Ricardo Garcia e Fernanda Giuzio



Ricardo Garcia e Alecksandra Franklin - Show Los Van Van (2006)

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Eventos


A Clave Produções é uma empresa de produções artísticas especializada em serviços e produtos de dança e música, para eventos corporativos (feiras, congressos, treinamentos e confraternizações) ou sociais ( casamentos, festa de debutantes, formatura e aniversários).

Criada à partir da associação de dois grandes nomes nas áreas de dança e produção de eventos no Brasil, Ricardo Garcia (Conexión Caribe Cia. de Dança e Congresso Mundial de Salsa do Brasil) e Inácio Loiola - Moskito (Projeto Dançar e Congresso de Samba do Brasil), traz nos seus fundadores a experiência de mais de 10 anos atuando no mercado de dança e eventos, no país, sempre com qualidade e eficiência, e sempre criando e inovando em suas propostas e serviços.

SHOWS DE DANÇA
Salsa, samba, tango, zouk, bolero, forró e muito mais, com os melhores profissionas do país

PRODUÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS
Locação de espaços, buffet, decoração, sonorização, iuminação, contratação de banda,
dançarinos e demais profissionais.


EVENTOS CORPORATIVOS OU SOCIAIS
- Festas Temáticas (Noite Caribenha, Noite Brasileira, Noite Black)
- Shows de Dança (Danças de Salão, Danças Étnicas, Danças Folclóricas)
- Animação e Entretenimento de Convidados (aulas de dança, abertura de pista,  interação e animação)
- Personal Dancer (professor ou dançarino particular, equipe para animação de convidados)

BANDAS ESPECIALIZADAS  (também DJs especializados)
- Música Latina (salsa, merengue, chachacha e Pop Latino)
- Música Brasileira  (samba-rock, samba gafieira , samba de raiz e forró)
- Música Variada (bossa nova, jazz, MPB,  pop/rock , anos 60, disco, flashback, trash,  etc.)

CASAMENTOS
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DEBUTANTES
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- Aulas de Dança e Coreografia para Debutantes e 15 casais
- “Príncipe” para Debutantes

Para saber mais acesse:  Clave Produções Artísticas

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Aulas

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