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Professor, dançarino, coreógrafo e produtor. Especializado em Salsa e ritmos do Caribe.
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Vídeos de aulas, apresentações, entrevistas e participações em programas de televisão.


Ricardo Garcia e Tracy Freitas - Baile do Congresso Mundial de Salsa do Brasil 2009.


Ricardo Garcia & Aleksandra Franklin - Conexión Caribe Cia. de Dança - Ensaio - chacha e salsa



Ricardo Garcia & Alecksandra Franklin (Conexión Caribe) Virada Cultural 2009 - Improviso.



Ricardo Garcia & Cia Conexión Caribe - Aula de Bachata no Programa "Mulheres" - Out/2009.



Ricardo Garcia & Cia Conexión Caribe - Aula de Chachacha no programa "Mulheres" - Out/2009.



Ricardo Garcia & Cia Conexión Caribe - Demonstração de Salsa no Programa "Mulheres" - Out/2009.



Ricardo Garcia & Cia Conexión Caribe - Aula de Merengue no Programa "Mulheres" - Out/2009.



Entrevista na TV Jovem Pan e TV UOL (2009)


Gianne Anbertoni e Miro Moreira, aulas e apresentação no Congresso Mundial de Salsa - 2009


Matéria e Entrevista no programa "Bom dia Brasil" (Rede Globo) - 2008


Matéria e Entrevista na TV Joven Pan - 2008



Ricardo Garcia e Milena Paoletti (Conexión Caribe Cia. de Dança) no Programa "A Noite é Uma Criança" (BAND) - 2007.



Entrevista "Bom dia São Paulo" (Rede Globo) - 2007


Magana Gopal - Improviso - 5º Congresso Mundial de Salsa do Brasil. Particiação: Flávio Miguel, Ricardo Garcia, Orville e Alex Lima.



Conexión Caribe Cia. de Dança e Los Van Van - Programa Hebe Camargo (2006) - Parte 2



Conexión Caribe Cia. de Dança - Coreografia "El Barrio".
3º Congresso Mundial de Salsa do Brasil - 2005.



Conexión Caribe Cia. de Dança - Coreografia "Raízes" - Salsa e Maracatu.
2º Congresso Mundial de Salsa do Brasil - 2004.



Conexión Caribe Cia. de Dança - Coreografia "Tiburón".
1º Congresso Mundial de Salsa do Brasil - 2003.



Aula de Shines - Ricardo Garcia e Alexei Ramos, no Bahia Salsa Congress (2005)

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Artigos Publicados

Aqui vocês encontram alguns dos artigos que escrevi, sobre dança e sobre salsa (claro!), publicados no portal Salsa.com.br, Jornal Dance, e outros veículos de mídia.


BANDAS DE SALSA E MÚSICA CARIBENHA - PRINCIPAIS TIPOS E INSTRUMENTOS
As principais composições possívies de uma banda de música latina e seus instrumentos


YOUTUBE E INTERNET - FERRAMENTAS, NÃO SUBSTITUTOS.
Uma reflexão sobre a postura dos que acham que a experiência real é substituível.
(Publicado no Jornal Dance - Edição 168 )

SEMPRE UM PASSO A MAIS
O espírito e a visão dos organizadores do Congresso Mundial de Salsa do Brasil
(Publicado no Jornal Dance - Edição 166 )

UM CASO DE PAIXÃO
O sentimento que move toda a equipe do Congresso Mundial de Salsa do Brasil
(Publicado no Jornal Dance - Edição  157)

SALSA - ESTILOS DE DANÇA PELO MUNDO
As principais diferenças entre os estilos de salsa pelo mundo.
(Publicado no portal Salsa.com.br)

AS PRIMEIRAS DANÇAS AFRO-CUBANAS
Tradução - Original escrito por Fernando Ortiz e María Argelia Vizcaíno.
(Publicado no portal Salsa.com.br

DANÇAR x EXECUTAR
As diferenças entre a arte de dançar e executar movimentos
(Publicado no portal Salsa.com.br

CARNAVAL E SALSA
Uma experiência salsera em pleno carnaval da Bahia
(Publicado no portal Salsa.com.br

O DESAFIO
As dificuldades e caminhos para a popularização da salsa no Brasil
(Publicado no portal Salsa.com.br)

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      Carnaval e Salsa

      Pela segunda vez a Salsa me leva ao carnaval.

      A primeira, em 2002, foi como dançarino da banda de Pedro La Colina, contratado para tocar no camarote da Brahma, no sambódromo de SP, animando os intervalos entre um desfile e outro. Desta feita, depois de cair de pára-quedas no carnaval baiano, fui convidado por Jorge Zarat, cantor e líder da banda Salsalitro (cuja temporada em São Paulo foi marcada por uma grande parceria com a Cia Conexión Caribe) a percorrer o circuito Barra-Ondina, no Trio Elétrico da banda, durante o último carnaval de Salvador.Feliz e surpreso com o convite, me perguntava como seria a reação do público a uma banda de Salsa em pleno carnaval, ainda mais na Bahia.

      Enquanto esperava os preparativos da banda e do caminhão do trio elétrico para sair na avenida, já tomada de foliões, imaginava o que menos aguardava. Primeira surpresa: descobri que as duas horas que eu supunha durar o percurso eram, na verdade, seis ou sete! Caramba... pensei! Poucas vezes dancei seis ou sete horas seguidas de Salsa! Como os músicos agüentam? Como eu agüentaria?

      Até parece que eu não sabia a resposta.

      O fato é que quando o carro entrou na avenida, ao som de "La Vida És Un Carnaval" desejei do fundo do coração que Célia Cruz, lá do alto, estivesse vendo aquilo. Dois milhões de pessoas (isso mesmo: dois milhões, segundo as estimativas!) pulando e vibrando em sintonia com a energia e o carisma impressionante de Jorge Zarat, do maestro Reudes Nogueira e dos tambores, cordas e metais da Salsalitro.

      À medida que avançávamos na multidão, seguidos por boa parte da galera salsera da Bahia, mais aquilo parecia mágico. Não imaginei ver um dia, no Brasil, a Salsa no meio de tanta gente. Mesmo sabendo que o baiano é festeiro por natureza e é capaz de dançar ao som de qualquer coisa, mesmo assim era impossível não se impressionar com a força, a energia, o calor de toda aquela gente, misturados ao calor e à impressionante energia da salsa. E cada vez mais eu desejava que aquilo não acabasse nunca.

      É claro que a banda misturou muito merengue e sucessos da música baiana (Gil - o ministro, Gerônimo, Ivete, Luis Caldas), em arranjos próprios, às Salsas tradicionais. E nem poderia ser diferente (aliás, primoroso o arranjo de "Poeira", o maior hit do carnaval 2004, em ritmo de cha-cha-cha!). Mas o fato é que ouvimos e dançamos, junto a dois milhões de pessoas, Célia Cruz, Perez Prado, Glória Stefan, Ruben Blades e Juan Luis Guerra, entre outros. Salsa, Mambo, Merengue e Chachacha. No Brasil. E em pleno carnaval.

      É impossível passar incólume por uma experiência dessas!

      Meu coração salsero não cabia em si de felicidade e de esperança. E meus pensamentos voaram muito, muito longe... Quem sabe?


      Ricardo Garcia

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      Dançar x Executar


      Sempre gostei muito de observar. Principalmente pessoas. Nos bailes então, costumo dedicar boa parte do meu tempo a esse prazer quase "voyeur", de observar casais entrelaçados na pista de dança.  E esse hábito tem me revelado aspectos muito interessantes desse jogo chamado dançar.

      Quando vejo um casal que me agrada, procuro sempre descobrir, detalhar, o quê exatamente, dentre as tantas características de uma dança,  me chama a atenção ou me encanta. Às vezes um olhar, às vezes uma forma de sorrir ou de executar os movimentos, de se expressar através de uma música, de se envolver com ela e principalmente com o parceiro. A mesma coisa quando  uma casal não me agrada: procuro notar onde está a desarmonia ou fator  que me incomoda. É claro que essas observações levam em conta critérios particulares de gosto, estética e referência, que certamente não são compartilhados por todos, mas alguns pontos, que julgo muito importantes, são, e parecem ser cada vez mais, consenso entre os que se dispõem a discutir as formas, técnicas, estéticas e estilos de se dançar. E é sobre esses que eu gostaria de focar a atenção.

      Notadamente alguns casais quando vão para a pista de dança já têm na cabeça as seqüências de passos a serem executadas. Pode ser a da última aula (se forem alunos), a que foi vista em um outro casal, em algum vídeo, a preferida de sempre ou até mesmo a única que se sabe (ou se lembra).  Vejo casais, muitas  vezes com uma coreografia inteira pré-determinada. E o que é pior: INDEPENDENTE  da música que esteja tocando.

      Não sou do tipo que faz apologia ao virtuosismo ou à técnica excepcional como condição necessária para se definir um bom dançarino. Nem ao repertório numeroso de passos e figuras.  Sempre me agradou muito mais um casal harmonioso, envolvido com a música e um com o outro, procurando expressar sentimentos através de movimentos simples, do que outros, ocupados em vomitar passos,  giros e figuras, na maior quantidade possível, dentro do menor tempo, usando a música quase que como um pretexto para seu exibicionismo.

      Defendo a evolução e o aprimoramento técnico, claro. E gosto dele.  Acho fantástica a capacidade de se aprimorar, de se superar.  Mas a técnica, a meu ver, deve ser uma ferramenta a serviço de um sentimento, de uma necessidade de expressão. Um dos aspectos que considero válidos para se definir um bom dançarino, ou dançarina, é a capacidade técnica de domínio sobre o corpo e seus movimentos. Ter controle sobre ele para poder utilizá-lo plenamente e dentro de padrões estabelecidos de uma dança, a serviço dos sentimentos gerados por ela. Quando apenas reproduzimos movimentos, sem sentimentos,  estamos apenas "executando  passos". Ou em muitos casos "executando" (matando) uma dança.
       
      Costumo usar muitos exemplos da minha experiência como músico para entender e explicar aspectos da dança. Vou usar mais um.

      Um dos gêneros de instrumentistas que sempre me chamaram especial atenção por sua qualidade artística e capacidade de expressão musical e que, a meu ver, estão entre os que melhor empregam a capacidade técnica e o domínio sobre o instrumento, são os músicos de Blues. Quem nunca parou para prestar atenção, que o faça. É impressionante como o sentimento sempre vem primeiro, na frente, ao tocar. E a técnica a serviço deste. Ora com frases melódicas rápidas e viscerais, ora com frases simples ou mesmo uma única nota sustentando um ou mais compassos.  Tudo dependendo do momento, do clima, do sentimento do músico e do que se quer expressar.

      Poderia aqui escrever parágrafos e mais parágrafos sobre as várias opiniões, minhas e de outros, sobre as diferenças entre dançar x executar passos. Mas vou ficar apenas na que julgo a mais importante: a dança tem que ter vida. Composta de elementos como a música (o principal!), o parceiro, os movimentos, o ambiente, o momento e vários outros, a dança tem que ser uma experiência única. Cada dança uma dança, cada dança uma história. Esta é a verdadeira riqueza.

      Quem não entender isso, vai perder a grande chance de vivenciar  e colecionar uma infinidade de histórias, lindas, apaixonadas, divertidas, engraçadas, tristes, dramáticas, enigmáticas, confusas, alucinadas,  sofisticadas, simples...  E terminar, como dançarino, como aqueles pobres atores de um papel só. Como cantores de uma única música.

      Ricardo

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      Aulas Particulares

      Aulas particulares, individuais ou em grupo. Uma maneira rápida e eficiente de aprender.
      Também a domicílio.

      Salsa (todos os estilos), rueda de casino, open shines, chachacha, bachata, merengue, son, e ainda aulas especiais de História da Salsa, Musicalidade e Interpretação e outras.

      Também aulas de danças de salão para grupos e casais.

      Para maiores informações e disponibilidade de horários, entre em contato.

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      Aulas em Grupo

      ACADEMIA SAGGITANCE – POMPÉIA

      SEGUNDAS
      Salsa Iniciante(em linha) - 20h30 às 21h30.
      Salsa Intermediário(em linha) - 21h30 às 22h30.

      TERÇAS
      Salsa Cubana e Rueda de Casino - 20h30 às 22h00

      ACADEMIA SAGGITANCE
      Rua Clélia, 33 - Pompéia (Shopping Pompéia Nobre)
      São Paulo - SP (ao lado do SESC Pompéia)
      Telefone: (11) 3676 0816

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      Contatos




      Para entrar em contato comigo:

      Email: ricardo@salsa.com.br
      MSN: ricsalsero@hotmail.com
      Twitter: twitter.com/ric_garcia
      Telefone: (11) 8342 5570

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      Aulas Especiais

      Aulas especiais e workshops.
      Para quem deseja se aperfeiçoar ou aprender com mais rapidez, através de uma didática de ensino especíal.

      CURSOS E WORKSHOPS

      A SALSA E OS RITMOS DO CARIBE
      Nascida no Caribe, a partir da mistura de diversas influências e culturas, e grande fenômeno musical a partir da década de 70, a salsa vive atualmente o seu maior momento de expansão e valorização por todo o mundo, inclusive no Brasil, servindo também de importante instrumento de integração social, embalada pela sensualidade, alegria e descontração, características marcantes deste ritmo empolgante que é hoje um dos mais dançados no planeta.
      Alavancados  pelo sucesso mundial da salsa, outros ritmos caribenhos têm também despertado o interesse de muitos dançarinos ou público em geral, e se tornado cada vez mais populares nos eventos bailes e festas latinas.
      Este curso tem objetivo dar ao aluno um panorama das principais danças do caribee, abordando suas formas e expressões.

      SALSA CUBANA (Casino)
      Gênero típico de cuba, país onde a salsa se originou, mantem os elementos com forte influência de raizes africanas e afrocaribenhas, misturados às raízes das danças européias dos colonizadores, mesclados às influências culturais do rock e swing, resultando numa dança de forte expressão, ao mesmo tempo sensual e irreverente.

      RUEDA DE CASINO (Salsa Rueda)
      Dança muito popular entre o povo cubano, surgida nos cassinos de Havana que se espalhou pelas ruas de todo o país, tem como principal característica presença de vários casais dançando simultaneamente, em círculo, comandados por um líder, e a troca constante de pares.


      MAMBO (Salsa em Linha)
      Ritmo que se tornou mundialmente popular a partir da década de 50, surgiu em Cuba e teve uma grande evolução à partir da mistura com ritmos portorriquenhos e elementos do jazz e swing americanos, entre outros.
      A dança, inicialmente criada por dançarinos de boates e cabarés, se tornou um grande sucesso, alavancada pela energia empolgante do ritmo musical e hoje é uma das formas mais difundidas de se dançar salsa, também chamada de “salsa em linha” ou “salsa estilo portorriquenho” .


      OPEN SHINES (FOOTWORK)
      Passos "solo" de salsa e mambo, para homens e mulheres. Uma maneira criativa de desenvolver suas habilidades como dançarino(a), além de expressão corporal, estilo e capacidade de improviso na dança

      CHACHACHA
      O Chachacha, um dos mais populares e empolgantes ritmos cubanos, de andamento médio, tornou-se mundialmente conhecido através das grandes orquestras de mambo, e pode ser dançado em pares ou individualmente, sempre com movimentos que aliam sensualidade e irreverência dos dançarinos

      SÓN - AS RAIZES DA SALSA
      Nascido nas comunidades rurais do Oriente Cubano, no princípio do século, à partir da mistura dos ritmos africanos (Bantú) e elementos musicais (melodias e letras) de estrutura européia, o son é o pai de quase todos os ritmos cubanos e é a origem da salsa. Ainda muito praticado pelos salseros mais tradicionais, suas figuras, passos e posturas tambem se misturam aos estilos mais modernos de se dançar salsa, unindo o contemporâneo ao tradicional, resultando em formas de expressão e interpretação mais criativas, além de enriquecer o repertório de passos e movimentos dos dançarinos.

      MERENGUE
      Dança típica da República Dominicana que se espalhou por todo o Caribe , e por todo o mundo, é considerado uma espécie de "primo" da salsa. Caracteriza-se pelo ritmo rápido e alegre e pelos movimentos sensuais dos casais, que dançam na maior parte do tempo entrelaçados.

      BACHATA
      Música e dança que se originou nos campos e vizinhanças rurais da República Dominicana, é conhecida pela sensualidade e leveza dos movimentos dos quadris e do corpo O ritmo emergiu na década de 60 e por conta da popularidade da salsa e do merengue que já tocavam em rádios populares daquele país e hoje é um grande sucesso por todo o mundo e sempre muito presente nos bailes e festas de salsa.

      RUMBA
      Surgida das danças sagradas, oferecidas aos orixás e transformada em dança social, utilizada para comemorações sociais, em festas familiares, em cerimônias e até no dia a dia do povo cubano, a rumba é uma das mais fortes manifestações culturais, de música e dança, de todo o caribe.
      Muito presente também na salsa, onde seus movimentos corporais são usados pelos dançarinos nos momentos de improviso.


      ESTILOS DE SALSA E SUAS VARIAÇÕES
      Uma abordagem dos principais estilos de se dançar salsa, suas variações e características próprias, com relação à composição de movimentos, figuras, formas de expressão e estilo, além do contexto histórico da evolução de cada um. Enfoque nos estilos: Cubano, Portorriquenho, Los Angeles, New York, e Colombiano.  Entendendo as marcações "On 1", "On 2", 'On 3", e etc.
      Aulas práticas e teóricas, dança solo e em casal.


      HISTÓRIA DA SALSA
      Um estudo histórico da evolução da salsa, desde suas raízes, a partir da mistura dos elementos da cultura européia (dos colonizadores) com a cultura africana (dos escravos)  e a cultura indígena das Américas, passando por todas as influencias sociais, culturais e estéticas, que resultaram nas formas atuais do  ritmo (música e dança) e suas variantes.
      As primeiras danças do Caribe, suas raízes e a evolução da salsa até os dias de hoje. Aulas práticas e teóricas.

      A SALSA NO BRASIL
      A evolução da salsa no Brasil, sua história, seu desenvolvimento e sua trajetória, abordando os principais fatos históricos, desde o surgimento dos primeiros movimentos, envolvendo bandas, dançarinos, produtores , eventos e  casas noturnas, até os dias de hoje.

      MUSICALIDADE E INTERPRETAÇÃO
      Partindo da riqueza e complexidade das estruturas musicas, rítmicas e melódias, características dos ritmos cubanos, este workshop busca desenvolver nos alunos a capacidade de ouvir, entender e interpretar com mais qualidade,  não só a salsa (objetivo principal)  mas também os ritmos caribenhos mais praticados  na atualidade (mambo, son, chachacha e bachata), agregando aos dançarinos uma habilidade aplicável a qualquer estilo de dança.


      Para maiores informações, preços e disponibilidade de horários, entre em contato.

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